Um novo olhar para o início do ano
Todo começo de ano parece vir acompanhado de uma lista invisível.
Metas, planos, resoluções e expectativas, muitas vezes mais pesadas do que inspiradoras.
Mas e se janeiro não pedisse metas?
E se pedisse presença?
Presença para perceber como o corpo está.
Como a mente chega nesse novo ciclo.
O que realmente faz sentido levar adiante.
Para nós, estar presente é um gesto profundo de cuidado.
Porque só quando estamos inteiras conseguimos escolher com consciência.
Talvez o início do ano não seja sobre fazer mais.
Talvez seja sobre sentir melhor.
Menos metas.
Mais escuta.
Mais verdade.
